Marrocos
Marrocos
Medinas labirínticas de séculos funcionam como cidades medievais intactas, onde artesãos tingem couros da mesma forma há mil anos. O deserto do Saara…
Medinas labirínticas de séculos funcionam como cidades medievais intactas, onde artesãos tingem couros da mesma forma há mil anos.
O deserto do Saara é o epílogo perfeito para uma viagem de imersão cultural total.
O destino
A caravana de camelos entre as dunas do deserto do Saara
O que não perder em Marrocos
Vale a viagem
O curtume Chouara em Fez, com seus tanques de tingimento medievais
Onde ir
As faces do destino
Marrakech
A cidade vermelha e seu coração pulsante, a praça Jemaa el-Fna: encantadores de serpentes, contadores de histórias e barracas de comida ao anoitecer. Em volta, o labirinto dos souks, palácios e jardins escondidos.
O Saara & Merzouga
Onde o asfalto acaba e começam as dunas alaranjadas de Erg Chebbi. Travessias de camelo ao pôr do sol e noites em acampamentos sob um céu absurdamente estrelado.
Fez & as cidades imperiais
A medina medieval mais bem preservada do mundo árabe, um labirinto de milhares de vielas sem carros. Fez, Meknès e os curtumes seculares de couro — o Marrocos mais autêntico e atemporal.
Chefchaouen, a cidade azul
Encravada nas montanhas do Rif, com todas as ruas e casas pintadas em tons de azul. Uma das vilas mais fotogênicas do planeta, feita para se perder sem pressa.
Na estrada
Rotas panorâmicas
A estrada das mil kasbahs
De Marrakech ao deserto, cruzando o Alto Atlas pelo vertiginoso passo de Tizi n'Tichka até Aït Ben Haddou, a kasbah de barro que foi cenário de dezenas de filmes.
Vale do Draa e as gargantas do Todra
Palmeirais infinitos, desfiladeiros de paredes vermelhas de até 300 metros e vilarejos berberes — a rota cênica que liga as montanhas ao sul desértico.
Bom saber
Antes de ir
- Pechinchar é esperado nos souks e faz parte da cultura — comece pela metade do preço pedido, com bom humor, e esteja disposto a sair da loja.
- Vista-se com respeito, sobretudo fora das cidades grandes: ombros e joelhos cobertos ajudam a circular com tranquilidade.
- Sexta-feira é o dia sagrado; muitos comércios fecham ou reduzem o horário. Durante o Ramadã, o ritmo do país muda bastante de dia.
- Aceite (ou recuse com gentileza) o chá de menta: oferecê-lo é gesto de hospitalidade, e recusar de forma seca pode soar rude.
- Nas medinas é fácil se perder — e 'guias' espontâneos costumam cobrar depois. Tudo bem recusar com firmeza e simpatia.
- Leve dirhams em espécie para souks, gorjetas e vilarejos; cartão só funciona bem em estabelecimentos maiores das cidades.
Na prática
Informações práticas
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