México

Oaxaca

O coração cultural e gastronômico do México. Centro histórico colonial Patrimônio da Humanidade, as ruínas zapotecas de Monte Albán, o mezcal…

role para descobrir

O coração cultural e gastronômico do México.

Centro histórico colonial Patrimônio da Humanidade, as ruínas zapotecas de Monte Albán, o mezcal artesanal e a explosão de cores do Día de los Muertos.

Melhor época: Outubro a abril; Día de los Muertos em novembro

O destino

As ruínas zapotecas de Monte Albán

O que não perder em Oaxaca

01Centro histórico colonial (Patrimônio UNESCO)
02Monte Albán — cidade-pirâmide zapoteca
03Rota do mezcal e a cozinha dos sete moles
04Hierve el Agua — cascatas petrificadas

Vale a viagem

As cascatas petrificadas de Hierve el Agua

Onde ir

As faces do destino

Andador e Santo Domingo

A rua de pedestres liga o zócalo ao esplendor barroco do Templo de Santo Domingo, todo folheado a ouro. No ex-convento ao lado, o Museu das Culturas e o jardim etnobotânico reúnem a alma zapoteca e mixteca da região.

Barrio de Jalatlaco

O bairro mais fotogênico de Oaxaca, de ruas de pedra, casas coloridas e murais a cada esquina, sob os arcos do antigo aqueduto. Cafés e ateliês ocupam um dos cantos mais tranquilos e criativos da cidade.

Mercados 20 de Noviembre

Nos mercados do centro, o "pasillo de humo" grelha carnes na hora, e as bancas vendem quesillo, chocolate de metate e chapulines. É a melhor introdução à cozinha oaxaquenha, tida como a mais rica do México.

A Guelaguetza

Todo mês de julho, delegações de todas as regiões do estado enchem a cidade de música e dança em trajes deslumbrantes. Fora da festa, as calendas — cortejos de rua com bonecas gigantes e marimba — mantêm viva a alma celebratória de Oaxaca.

Na estrada

Rotas panorâmicas

Pueblos de arte

Nos vales, cada povoado domina um ofício: os tapetes de lã de Teotitlán, o barro negro de San Bartolo Coyotepec e os alebrijes esculpidos de San Martín Tilcajete. Comprar direto das mãos que fazem é o melhor do passeio.

Mitla e o Árbol del Tule

A leste, as grecas de pedra de Mitla — outro grande sítio zapoteca — e, no caminho, o Árbol del Tule, o tronco mais largo do mundo. Aos domingos, o antiquíssimo mercado indígena de Tlacolula completa a rota.

Bom saber

Antes de ir

  • No Día de los Muertos (fim de out a 2 de nov) a cidade lota; reserve com muita antecedência e trate altares e cemitérios como espaços sagrados, não cenário de foto.
  • Em julho, a festa da Guelaguetza toma a cidade com danças de todas as regiões do estado.
  • Quesillo, tlayudas, chapulines e chocolate batido com água são os sabores que definem a mesa local.
  • O mezcal se bebe puro, em goles, com laranja e sal de gusano — nunca de virada.
  • A cidade fica a cerca de 1.550 m: dias ensolarados, noites frescas; leve uma segunda camada.
  • Compre o artesanato direto dos artesãos e dos povoados sempre que puder — é o que sustenta o ofício.

Na prática

Informações práticas

MoedaPeso mexicano (MXN)
IdiomaEspanhol
Fuso horário−3h em relação a Brasília
Energia127V · tomadas tipo A/B (leve adaptador)
PagamentoCartão nas cidades e resorts · dinheiro no comércio local
Discagem+52
ClimaSubtropical de altitude — ameno e seco; Dia dos Mortos (fim de out) é o auge
TrânsitoMão direita
ConectividadeeSIM disponível · 4G amplo
Documentos & visto As regras de entrada (visto, eVisa, eTA, passaporte) variam conforme a nacionalidade do passageiro. Consulte os requisitos atualizados e oficiais do seu destino: Consultar requisitos

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