Nepal
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O teto do mundo — onde o Himalaia ergue o Everest e os templos milenares de Katmandu guardam séculos de espiritualidade. Trilhas lendárias, picos…
O teto do mundo — onde o Himalaia ergue o Everest e os templos milenares de Katmandu guardam séculos de espiritualidade.
Trilhas lendárias, picos nevados e uma das jornadas mais transformadoras do planeta.
O destino
A grande estupa de Boudhanath, em Katmandu
O que não perder em Nepal
Vale a viagem
Os barcos no lago Phewa, em Pokhara
Onde ir
As faces do destino
Patan e Bhaktapur
As outras duas cidades reais do vale, vizinhas de Katmandu, guardam praças Durbar de tirar o fôlego. Bhaktapur, de ruas de tijolo sem carros, e Patan, capital dos artesãos newar, parecem museus vivos da era medieval.
Chitwan e o Terai
Ao sul, a planície tropical troca a montanha pela selva: safáris de rinocerontes-de-um-chifre e tigres, passeios de canoa e as aldeias do povo Tharu. Um Nepal quente e verde que poucos esperam encontrar.
Lumbini
O jardim sagrado onde Buda nasceu é ponto de peregrinação budista mundial. Ao redor do templo de Maya Devi, monastérios erguidos por vários países — do Tibete à Tailândia — formam um mosaico de estilos e orações.
Nagarkot e as colinas
A poucas horas de Katmandu, os mirantes das colinas revelam a muralha do Himalaia ao amanhecer, com sorte até o Everest. Terraços de arroz e caminhadas leves entre aldeias fazem a introdução perfeita às montanhas.
Na estrada
Rotas panorâmicas
Bandipur
A caminho do oeste, uma vila newar de rua única preservada no alto de uma colina, sem trânsito. Casario histórico, varandas de madeira e uma vista aberta do Himalaia fazem dela uma parada fora do tempo.
Namobuddha e Dhulikhel
A leste do vale, um dos mais importantes monastérios budistas se equilibra nas colinas. A caminhada entre Dhulikhel e Namobuddha atravessa aldeias e terraços com o Himalaia sempre no horizonte.
Bom saber
Antes de ir
- Cumprimenta-se com 'Namastê', as palmas das mãos juntas — gesto de respeito onipresente.
- Tire os sapatos ao entrar em templos e contorne as estupas sempre pela direita, no sentido horário.
- Os pés são considerados impuros: não aponte a sola para pessoas, altares ou fogueiras.
- Nas montanhas o dinheiro vivo manda — os caixas eletrônicos somem conforme se sobe.
- Suba devagar e reserve dias para aclimatar antes de qualquer trilha de altitude.
- A monção vai de junho a setembro; fora dela, o céu limpo revela o Himalaia inteiro.
Na prática
Informações práticas
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