Nepal

Nepal

O teto do mundo — onde o Himalaia ergue o Everest e os templos milenares de Katmandu guardam séculos de espiritualidade. Trilhas lendárias, picos…

role para descobrir

O teto do mundo — onde o Himalaia ergue o Everest e os templos milenares de Katmandu guardam séculos de espiritualidade.

Trilhas lendárias, picos nevados e uma das jornadas mais transformadoras do planeta.

Melhor época: Outubro-novembro e março-maio

O destino

A grande estupa de Boudhanath, em Katmandu

O que não perder em Nepal

01Vista do Everest e trekking no Himalaia
02Templos e estupas milenares de Katmandu
03Pokhara e o circuito do Annapurna
04Espiritualidade budista e hindu por toda parte

Vale a viagem

Os barcos no lago Phewa, em Pokhara

Onde ir

As faces do destino

Patan e Bhaktapur

As outras duas cidades reais do vale, vizinhas de Katmandu, guardam praças Durbar de tirar o fôlego. Bhaktapur, de ruas de tijolo sem carros, e Patan, capital dos artesãos newar, parecem museus vivos da era medieval.

Chitwan e o Terai

Ao sul, a planície tropical troca a montanha pela selva: safáris de rinocerontes-de-um-chifre e tigres, passeios de canoa e as aldeias do povo Tharu. Um Nepal quente e verde que poucos esperam encontrar.

Lumbini

O jardim sagrado onde Buda nasceu é ponto de peregrinação budista mundial. Ao redor do templo de Maya Devi, monastérios erguidos por vários países — do Tibete à Tailândia — formam um mosaico de estilos e orações.

Nagarkot e as colinas

A poucas horas de Katmandu, os mirantes das colinas revelam a muralha do Himalaia ao amanhecer, com sorte até o Everest. Terraços de arroz e caminhadas leves entre aldeias fazem a introdução perfeita às montanhas.

Na estrada

Rotas panorâmicas

Bandipur

A caminho do oeste, uma vila newar de rua única preservada no alto de uma colina, sem trânsito. Casario histórico, varandas de madeira e uma vista aberta do Himalaia fazem dela uma parada fora do tempo.

Namobuddha e Dhulikhel

A leste do vale, um dos mais importantes monastérios budistas se equilibra nas colinas. A caminhada entre Dhulikhel e Namobuddha atravessa aldeias e terraços com o Himalaia sempre no horizonte.

Bom saber

Antes de ir

  • Cumprimenta-se com 'Namastê', as palmas das mãos juntas — gesto de respeito onipresente.
  • Tire os sapatos ao entrar em templos e contorne as estupas sempre pela direita, no sentido horário.
  • Os pés são considerados impuros: não aponte a sola para pessoas, altares ou fogueiras.
  • Nas montanhas o dinheiro vivo manda — os caixas eletrônicos somem conforme se sobe.
  • Suba devagar e reserve dias para aclimatar antes de qualquer trilha de altitude.
  • A monção vai de junho a setembro; fora dela, o céu limpo revela o Himalaia inteiro.

Na prática

Informações práticas

MoedaRupia nepalesa (NPR)
IdiomaNepalês (inglês no turismo)
Fuso horário+8h45 em relação a Brasília
Energia230V · tomadas tipo C/D/M (leve adaptador)
PagamentoLeve dinheiro — cartão pouco aceito fora dos hotéis
Discagem+977
ClimaHimalaio — out–nov e mar–mai ideais p/ trekking; monção jun–set, inverno gélido nas alturas
TrânsitoMão esquerda
ConectividadeeSIM disponível · sinal limitado nas montanhas
Documentos & visto As regras de entrada (visto, eVisa, eTA, passaporte) variam conforme a nacionalidade do passageiro. Consulte os requisitos atualizados e oficiais do seu destino: Consultar requisitos

Pronto para partir?

Vamos planejar sua viagem para Nepal?

Cuidamos de passagens, hospedagem, transfers e toda a logística — você só se preocupa em aproveitar.

Planeje sua viagem