Brasil
Amazônia
A maior floresta tropical do mundo guarda segredos que a ciência ainda desvenda. O Encontro das Águas, onde Rio Negro e Solimões correm lado a lado…
A maior floresta tropical do mundo guarda segredos que a ciência ainda desvenda.
O Encontro das Águas, onde Rio Negro e Solimões correm lado a lado sem se misturar por quilômetros, é um dos fenômenos naturais mais impressionantes do Brasil.
O destino
O Encontro das Águas dos rios Negro e Solimões
O que não perder em Amazônia
Vale a viagem
O Teatro Amazonas, joia da Belle Époque
Onde ir
As faces do destino
O arquipélago de Anavilhanas
No Rio Negro, centenas de ilhas cobertas de mata formam um labirinto de igapós que se alaga e se esvazia com as estações. Navegar por Anavilhanas ao amanhecer, entre canais estreitos e árvores com os pés na água, é entrar na Amazônia mais secreta.
Os igarapés e a floresta alagada
Canoas deslizam por igarapés escuros sob a copa fechada, onde vitórias-régias boiam e a floresta se reflete na água parada. É o silêncio da selva por dentro, longe do curso largo dos grandes rios.
Os botos e a vida do rio
Botos cor-de-rosa emergem nas confluências, pirarucus gigantes rondam os lagos e jacarés espreitam nas margens. A cada curva do rio a fauna aparece — de tuiuiús a preguiças — para quem tem paciência e um bom guia.
A mesa amazônica
A cozinha da floresta é um universo à parte: tacacá fumegante, pato no tucupi, tambaqui na brasa e o tucumã do café da manhã, tudo regado a açaí puro e a sucos de frutas que só existem por aqui.
Na estrada
Rotas panorâmicas
Presidente Figueiredo, a terra das cachoeiras
A cerca de duas horas de Manaus, a "terra das cachoeiras" reúne dezenas de quedas d'água, grutas e balneários na mata. É o refúgio de água doce dos amazonenses, bom para trilhas curtas e banhos de rio.
Novo Airão e o Rio Negro
Na beira do Rio Negro, Novo Airão é a porta do Parque Nacional de Anavilhanas e dos restaurantes flutuantes onde os botos se aproximam. Dali partem barcos para o arquipélago e para a floresta mais preservada.
Bom saber
Antes de ir
- Melhor época: a seca (jul–nov) abre praias de rio e trilhas; a cheia (dez–jun) deixa navegar por dentro da floresta alagada.
- Leve repelente, manga longa, capa de chuva, lanterna e roupas que sequem rápido.
- O sinal de celular some nos lodges; combine tudo antes e aproveite para desligar.
- Respeite a floresta e os moradores: não alimente animais silvestres por conta própria e siga sempre o guia.
- Calor e umidade são altos o ano todo; hidrate-se e proteja-se do sol no rio.
- Prove o tucumã, o tacacá e o pirarucu — a cozinha amazônica é uma viagem à parte.
Na prática
Informações práticas
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