Brasil
Paraty
Centro histórico colonial em pedras irregulares cercado por Mata Atlântica original e uma baía recortada por ilhotas desertas. Paraty foi Patrimônio…
Centro histórico colonial em pedras irregulares cercado por Mata Atlântica original e uma baía recortada por ilhotas desertas.
Paraty foi Patrimônio UNESCO em 2019 e concentra Flip — maior festival literário do país — em julho.
O destino
O centro histórico colonial de pedras
O que não perder em Paraty
Vale a viagem
A cidade entre o mar e a Serra do Mar
Onde ir
As faces do destino
A maré e as ruas de pedra
No centro histórico, o casario colonial branco e as ruas de pé-de-moleque foram feitos para a água: nas marés cheias, o mar invade as vielas e transforma Paraty num espelho — cena que encanta os fotógrafos.
O Saco do Mamanguá
O único fiorde tropical do Brasil é um braço de mar cercado de morros e manguezais. De canoa ou stand-up entre comunidades caiçaras, sobe-se o Pico do Pão de Açúcar para uma das vistas mais bonitas do litoral.
A cachaça e o Caminho do Ouro
Capital histórica da cachaça, Paraty guarda alambiques centenários que abrem as portas para a degustação. Pela antiga trilha do ouro, na Mata Atlântica, escondem-se cachoeiras e paradas de tropeiro.
Trindade e as piscinas naturais
A vila de pescadores de Trindade guarda o Cachadaço, uma piscina natural de água cristalina protegida por pedras, e praias de mata fechada — o lado mais selvagem e jovem de Paraty.
Na estrada
Rotas panorâmicas
A Serra da Bocaina e Cunha
Subindo a serra, o clima esfria e a paisagem vira montanha. Cunha reúne ateliês de cerâmica de alta temperatura e campos de lavanda, na porta do Parque Nacional da Serra da Bocaina.
A Praia do Sono e a Juatinga
Só a pé ou de barco, a Reserva da Juatinga protege praias intocadas como o Sono e Antigos, com vilas caiçaras, cachoeiras e Mata Atlântica que desce até o mar — uma imersão sem estradas nem pressa.
Bom saber
Antes de ir
- O centro histórico é fechado a carros e o chão é de pedras irregulares — vá de tênis e deixe o veículo nos estacionamentos da entrada.
- Confira a tábua das marés: na maré cheia as ruas alagam (parte da graça) e os passeios de barco dependem dela.
- Julho traz a Flip, o maior festival literário do país — a cidade lota e a hospedagem dispara; reserve cedo.
- A cachaça é levada a sério: prefira os alambiques artesanais e beba com moderação no calor.
- Muitas praias e o Mamanguá só se alcançam de barco ou trilha — reserve escuna ou lancha com antecedência no cais.
- Leve repelente para as trilhas e o mangue, e dinheiro vivo para as vilas caiçaras com pouco sinal.
Na prática
Informações práticas
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