Croácia
Split
Uma cidade que vive dentro de um palácio romano de 1.700 anos, de frente para o Adriático mais azul que existe. Base perfeita para as ilhas de Hvar e…
Uma cidade que vive dentro de um palácio romano de 1.700 anos, de frente para o Adriático mais azul que existe.
Base perfeita para as ilhas de Hvar e Brač e para a costa dálmata — o segredo de verão mais bem guardado da Europa.
O destino
O Palácio de Diocleciano, no coração de Split
O que não perder em Split
Vale a viagem
A Riva, o calçadão à beira do Adriático
Onde ir
As faces do destino
Varoš
O antigo bairro dos pescadores sobe a encosta a oeste do palácio, num labirinto de casinhas de pedra, roupa no varal e capelas minúsculas. Entre elas se escondem konobas familiares, longe do burburinho do centro.
Colina de Marjan
O pulmão verde de Split é uma península de pinheiros com trilhas, mirantes sobre o Adriático e ermidas medievais na rocha. Os moradores sobem ao entardecer para o pôr do sol e para pequenas enseadas de banho.
Pazar e a Peixaria
A leste das muralhas, o mercado verde do Pazar transborda de figos, azeitonas e ervas da Dalmácia; a Ribarnica, a peixaria coberta, expõe a pesca do dia. É onde se vê a Split que faz a feira todo dia.
Matejuška
O pequeno porto tradicional dos barcos de pesca virou o ponto predileto do fim de tarde: gente sentada no quebra-mar, cerveja na mão e o sol afundando no Adriático. Um respiro simples ao lado do calçadão.
Na estrada
Rotas panorâmicas
Trogir
A meia hora a oeste, uma cidadezinha-ilha medieval patrimônio da UNESCO, de ruas venezianas e uma catedral com o célebre portal esculpido por Radovan. Um museu a céu aberto entre canais e muralhas.
Omiš e o Cânion do Cetina
A meia hora ao sul, a estrada encontra Omiš, encravada onde o cânion esmeralda do rio Cetina desemboca no mar, sob antigas fortalezas de piratas. Rafting, tirolesa e trilhas nas encostas fazem dela a escapada de aventura de Split.
Bom saber
Antes de ir
- O palácio não é um museu cercado: as pessoas moram, trabalham e tomam café dentro das muralhas — circule à vontade.
- As balsas para as ilhas saem do porto da cidade; no verão os horários são frequentes (Jadrolinija e catamarãs).
- Konoba é a taverna tradicional; prove a peka, carne ou polvo assados lentamente sob uma campânula de brasas — costuma pedir encomenda.
- O café da manhã longo e sem pressa na beira-mar é um ritual, não um copo para viagem.
- As praias e enseadas são de pedra ou seixo — sapatilhas de mar poupam os pés.
- No verão, o klapa (canto a cappella dálmata) ecoa nas praças e nos porões do palácio ao anoitecer.
Na prática
Informações práticas
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