Brasil
Campo Grande
A Cidade Morena cresceu sobre terra vermelha e virou a porta de entrada do Pantanal e de Bonito — mas tem cozinha própria, herança de imigrantes…
A Cidade Morena cresceu sobre terra vermelha e virou a porta de entrada do Pantanal e de Bonito — mas tem cozinha própria, herança de imigrantes japoneses e paraguaios e um dos maiores parques urbanos do país.
Capital de ritmo tranquilo que se come de garfo e faca.
O destino
O Parque das Nações Indígenas e seus lagos
O que não perder em Campo Grande
Vale a viagem
As araras-canindé sobre a cidade
Onde ir
As faces do destino
A chipa e a mesa de fronteira
Campo Grande come com sotaque de fronteira: a chipa, o pão de queijo em forma de anel que vendedores anunciam em voz alta pelas ruas, e a sopa paraguaia, que não é sopa nenhuma — é um bolo salgado de milho e queijo. Ao lado deles convivem o tereré gelado e o sobá de raiz japonesa, num cruzamento de heranças que não existe em outra capital.
Os pioneiros e a memória da cidade
A capital é jovem e foi feita de gente que chegou: mineiros que abriram a vila no século XIX, depois japoneses, paraguaios, sírios e libaneses. A escultura da família do fundador, em terracota num parque da cidade, virou o símbolo dessa origem — e o museu ao redor conta como o povoado de terra vermelha se tornou capital.
Bom saber
Antes de ir
- A cidade é plana, larga e de avenidas longas; as atrações ficam distantes entre si e o carro ajuda.
- A terra vermelha do cerrado tinge tudo — inclusive tênis branco. Não é sujeira, é a marca da Cidade Morena.
- Chove forte no verão (nov a mar) e o inverno é seco, com noites que podem esfriar de verdade; leve um agasalho leve entre maio e agosto.
- A Feira Central abre à noite e é onde o sobá se come no balcão — chegue com fome e sem pressa.
- É a base natural para Bonito e para o Pantanal sul; conte com algumas horas de estrada em qualquer um dos dois sentidos.
Na prática
Informações práticas
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