Brasil

Pantanal

O maior santuário de vida selvagem das Américas. Com 4.700 espécies catalogadas, incluindo a maior população de onças-pintadas do planeta, o Pantanal…

role para descobrir

O maior santuário de vida selvagem das Américas.

Com 4.700 espécies catalogadas, incluindo a maior população de onças-pintadas do planeta, o Pantanal oferece avistamentos que rivalizam com os melhores parques africanos.

Melhor época: Abril a setembro (seca — melhores avistamentos)

O destino

A onça-pintada, rainha do Pantanal

O que não perder em Pantanal

01Safari fotográfico com onças-pintadas
02Estrada Transpantaneira — 140 km de pontes
03650+ espécies de aves
04Passeio de barco ao amanhecer

Vale a viagem

Os jacarés às margens dos rios

Onde ir

As faces do destino

A Nhecolândia e os campos alagados

No Pantanal sul, a Nhecolândia é um mosaico de baías, salinas e cordilheiras de mata onde o gado divide o campo com a bicharada. Na cheia, tudo vira espelho d'água; na seca, restam lagoas cercadas de vida.

A vida das fazendas e o pantaneiro

A cultura da planície nasce nas fazendas: a comitiva a cavalo, o laço, a viola de cocho e o tereré gelado na varanda. Ficar numa sede pantaneira é entrar no ritmo de quem vive entre o gado e a natureza.

Os rios, os jacarés e a pesca

Cuiabá, Miranda e Aquidauana cortam a planície levando dourados, pintados e cardumes de piranha, com jacarés tomando sol nas margens e capivaras à beira. É o palco da pesca esportiva e dos encontros mais próximos com a fauna.

O ciclo das águas: cheia e seca

O Pantanal respira no compasso das chuvas: entre novembro e março a água toma tudo e a vida se espalha; de julho a outubro a seca concentra os bichos em torno das poucas lagoas — a melhor temporada para avistar as onças e os grandes bandos.

Na estrada

Rotas panorâmicas

Corumbá e o Rio Paraguai

Capital do Pantanal e porta para a Bolívia, Corumbá é o ponto de partida dos barcos-hotel que sobem o Rio Paraguai. Dali saem a Estrada Parque e a visita ao histórico Forte Coimbra, entre pores do sol vermelhos sobre a água.

A Chapada dos Guimarães

Perto de Cuiabá, o cerrado se levanta num planalto de serras e paredões: o Véu de Noiva despenca 86 metros, a Cidade de Pedra abre miradouros infinitos e as trilhas passam por cachoeiras e mirantes — o contraponto de altura à planície alagada.

Bom saber

Antes de ir

  • Para ver onça e bicho concentrado, vá na seca (jul–out); na cheia (nov–mar) a paisagem fica verde e os passeios são mais de barco.
  • Use roupa de manga longa em cores neutras, chapéu, repelente e leve binóculo — faz diferença nos avistamentos.
  • Sinal de celular e internet somem nas fazendas; combine tudo antes e aproveite o off-grid.
  • Onças, jacarés e sucuris são selvagens — siga sempre o guia e mantenha distância.
  • Calor forte de dia e madrugadas frias no inverno (a friagem) — leve uma blusa mesmo no calor.
  • Barulho espanta a fauna: silêncio nos passeios rende encontros mais próximos.

Na prática

Informações práticas

MoedaReal (BRL)
IdiomaPortuguês
Fuso horário−1h em relação a Brasília
Energia110V ou 220V conforme a região · tomada tipo N
PagamentoCartão amplamente aceito · Pix no comércio
Discagem+55
ClimaTropical — seca (mai–out) é a melhor época p/ ver fauna; cheia (nov–abr) alaga tudo
TrânsitoMão direita
ConectividadeeSIM fácil · 4G/5G amplo
Documentos & visto As regras de entrada (visto, eVisa, eTA, passaporte) variam conforme a nacionalidade do passageiro. Consulte os requisitos atualizados e oficiais do seu destino: Consultar requisitos

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