Brasil
Pantanal
O maior santuário de vida selvagem das Américas. Com 4.700 espécies catalogadas, incluindo a maior população de onças-pintadas do planeta, o Pantanal…
O maior santuário de vida selvagem das Américas.
Com 4.700 espécies catalogadas, incluindo a maior população de onças-pintadas do planeta, o Pantanal oferece avistamentos que rivalizam com os melhores parques africanos.
O destino
A onça-pintada, rainha do Pantanal
O que não perder em Pantanal
Vale a viagem
Os jacarés às margens dos rios
Onde ir
As faces do destino
A Nhecolândia e os campos alagados
No Pantanal sul, a Nhecolândia é um mosaico de baías, salinas e cordilheiras de mata onde o gado divide o campo com a bicharada. Na cheia, tudo vira espelho d'água; na seca, restam lagoas cercadas de vida.
A vida das fazendas e o pantaneiro
A cultura da planície nasce nas fazendas: a comitiva a cavalo, o laço, a viola de cocho e o tereré gelado na varanda. Ficar numa sede pantaneira é entrar no ritmo de quem vive entre o gado e a natureza.
Os rios, os jacarés e a pesca
Cuiabá, Miranda e Aquidauana cortam a planície levando dourados, pintados e cardumes de piranha, com jacarés tomando sol nas margens e capivaras à beira. É o palco da pesca esportiva e dos encontros mais próximos com a fauna.
O ciclo das águas: cheia e seca
O Pantanal respira no compasso das chuvas: entre novembro e março a água toma tudo e a vida se espalha; de julho a outubro a seca concentra os bichos em torno das poucas lagoas — a melhor temporada para avistar as onças e os grandes bandos.
Na estrada
Rotas panorâmicas
Corumbá e o Rio Paraguai
Capital do Pantanal e porta para a Bolívia, Corumbá é o ponto de partida dos barcos-hotel que sobem o Rio Paraguai. Dali saem a Estrada Parque e a visita ao histórico Forte Coimbra, entre pores do sol vermelhos sobre a água.
A Chapada dos Guimarães
Perto de Cuiabá, o cerrado se levanta num planalto de serras e paredões: o Véu de Noiva despenca 86 metros, a Cidade de Pedra abre miradouros infinitos e as trilhas passam por cachoeiras e mirantes — o contraponto de altura à planície alagada.
Bom saber
Antes de ir
- Para ver onça e bicho concentrado, vá na seca (jul–out); na cheia (nov–mar) a paisagem fica verde e os passeios são mais de barco.
- Use roupa de manga longa em cores neutras, chapéu, repelente e leve binóculo — faz diferença nos avistamentos.
- Sinal de celular e internet somem nas fazendas; combine tudo antes e aproveite o off-grid.
- Onças, jacarés e sucuris são selvagens — siga sempre o guia e mantenha distância.
- Calor forte de dia e madrugadas frias no inverno (a friagem) — leve uma blusa mesmo no calor.
- Barulho espanta a fauna: silêncio nos passeios rende encontros mais próximos.
Na prática
Informações práticas
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