Brasil
Chapada dos Veadeiros
O coração energético do cerrado — cachoeiras monumentais, cristais de quartzo e céu estrelado em um dos lugares mais místicos do Brasil. Alto Paraíso…
O coração energético do cerrado — cachoeiras monumentais, cristais de quartzo e céu estrelado em um dos lugares mais místicos do Brasil.
Alto Paraíso e a vila de São Jorge são as bases para dias de trilha e poços cristalinos.
O destino
As cachoeiras em meio ao cerrado
O que não perder em Chapada dos Veadeiros
Vale a viagem
As águas do Rio Preto no Parque Nacional
Onde ir
As faces do destino
A vila de São Jorge
Pequena e pé-no-chão, a vila de São Jorge é a base boêmia da Chapada: pousadas rústicas, cozinha natural, música à noite e o portão do Parque Nacional a poucos passos das trilhas.
As cachoeiras e os poços
O cerrado se rasga em quedas d'água por toda parte — do conjunto das Loquinhas às águas dos Cânions de São Miguel e da Almécegas. Cada trilha termina num poço para mergulhar.
O céu e os cristais
Sobre um dos maiores lençóis de quartzo do planeta, a Chapada tem um dos céus mais estrelados do Brasil. À noite, a Via Láctea aparece a olho nu; de dia, garimpam-se cristais pelas trilhas.
O cerrado e o Jardim de Maytrea
O berço das águas do Brasil floresce em buritizais, veredas e campos de sempre-vivas. Do alto, o cerrado se revela num mar de chapadas e serras que se perde no horizonte — e a seus pés fica o Jardim de Maytrea, a planície de buritis mais fotografada da região.
Na estrada
Rotas panorâmicas
Cavalcante e as terras Kalunga
Rumo ao norte, a comunidade Kalunga — quilombo histórico — guarda cachoeiras monumentais como a Candaru e a Capivara, num dos trechos mais preservados e remotos do cerrado.
A Cidade de Pedra e os miradouros
A estrada para Nova Roma passa pela Cidade de Pedra, um labirinto de formações rochosas esculpidas pelo tempo, com mirantes abertos sobre o infinito do cerrado — parada certa ao entardecer.
Bom saber
Antes de ir
- Guia ou condutor local é obrigatório em boa parte das trilhas do parque e das comunidades — garante segurança e renda para a região.
- A estação seca (maio a setembro) abre as trilhas e limpa o céu; nas chuvas as cachoeiras enchem, mas alguns acessos fecham.
- Muitas estradas são de terra e as vilas têm sinal fraco — leve dinheiro vivo, tanque cheio e calçado de trilha.
- O sol do cerrado é forte e o ar é seco: hidrate-se bastante, mesmo sem sentir calor.
- Respeite as comunidades quilombolas Kalunga: contrate serviços locais e peça licença antes de fotografar.
- As noites esfriam no planalto — leve um agasalho para a observação das estrelas.
Na prática
Informações práticas
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