Brasil
Itacaré
Surf, cachoeira e Mata Atlântica na Costa do Cacau — praias selvagens alcançadas por trilhas entre coqueirais e uma vila que mistura alma baiana e…
Surf, cachoeira e Mata Atlântica na Costa do Cacau — praias selvagens alcançadas por trilhas entre coqueirais e uma vila que mistura alma baiana e espírito surfista.
Energia jovem com natureza em estado bruto.
O destino
Praias entre o mar e a Mata Atlântica
O que não perder em Itacaré
Vale a viagem
Enseadas de águas turquesa
Onde ir
As faces do destino
A Costa do Cacau e as fazendas
Itacaré fica no coração da Costa do Cacau, a região que enriqueceu com o "ouro" que virou fama na literatura de Jorge Amado. Nas fazendas do entorno ainda se colhe o cacau na vagem e se acompanha todo o caminho até o chocolate artesanal — uma imersão doce na história econômica do sul da Bahia.
A Mata Atlântica da Serra do Conduru
Ao redor da vila, a Reserva da Serra do Conduru guarda um dos trechos mais densos de Mata Atlântica do país, campeão mundial em espécies de árvores por hectare. É floresta fechada de verdade: cipós, bromélias, micos e o canto dos pássaros abafando o barulho do mar, cortada por trilhas que levam a poços e mirantes.
O Pontal e a foz do Rio de Contas
Onde o Rio de Contas encontra o Atlântico, o Pontal funciona como mirante natural de Itacaré: costões de pedra escura invadidos por coqueiros, o mar aberto de um lado e a barra do rio do outro. É daqui que se enxerga a linha de praias selvagens seguindo para o sul, enquanto as lanchas cruzam a foz o dia inteiro.
Na estrada
Rotas panorâmicas
A estrada até Ilhéus
Ao sul, a rodovia costeira leva a Ilhéus, a cidade que Jorge Amado eternizou em "Gabriela" e "Terras do Sem-Fim". Entre coqueirais e antigas fazendas de cacau, dá para visitar o bar Vesúvio, a casa do escritor e o casario art déco de uma cidade que viveu o auge e a queda do cacau.
Bom saber
Antes de ir
- Itacaré é destino de trilha: muitas praias só se alcançam a pé, por caminhos na mata que ficam escorregadios depois da chuva — leve calçado firme e saia cedo.
- A vila é jovem e boêmia, com forró, reggae e capoeira na rua à noite; o ritmo é descalço e sem pressa, mas na alta temporada (dezembro a fevereiro e julho) lota e os preços sobem.
- O mar de Itacaré é de tombo e correnteza — ótimo para o surfe, exige respeito para banho; observe as bandeiras e pergunte aos locais antes de entrar.
- A Costa do Cacau é quente e úmida o ano todo; repelente, protetor e roupa leve são essenciais, e chove com frequência mesmo fora do verão.
- Boa parte da região é área de proteção ambiental; respeite as trilhas demarcadas, não deixe lixo e prefira operadores locais credenciados.
Na prática
Informações práticas
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