Brasil
Jericoacoara
Uma vila de ruas de areia no interior de um Parque Nacional sem asfalto, eletricidade a cabo ou bancos. Jeri é o destino mais autêntico do litoral…
Uma vila de ruas de areia no interior de um Parque Nacional sem asfalto, eletricidade a cabo ou bancos.
Jeri é o destino mais autêntico do litoral nordestino — dunas sobre o oceano, lagoas de kitesurf e o pôr do sol mais fotografado do Brasil.
O destino
A Pedra Furada, cartão-postal de Jeri
O que não perder em Jericoacoara
Vale a viagem
A vila de ruas de areia, sem asfalto
Onde ir
As faces do destino
A Pedra Furada
Símbolo de Jeri, a Pedra Furada é um arco de rocha esculpido pelo mar na ponta leste da vila. Chega-se a ela caminhando pela praia na maré baixa, entre falésias e piscinas naturais, e em duas semanas do ano o sol nasce exatamente dentro do arco — cena que reúne fotógrafos de todo o país.
A vila de ruas de areia
Jeri não tem asfalto, semáforo nem poste de luz forte: as ruas são de areia batida e à noite a vila se ilumina de forma discreta, o que rende um céu estrelado raro. Entre pousadas, ateliês e restaurantes de rua, a Rua Principal concentra o forró que emenda madrugada adentro.
A orla e os jangadeiros
Antes da badalação, Jeri era só uma vila de pescadores, e a orla ainda guarda esse lado: as jangadas de vela içada saindo para o mar ao amanhecer, as redes estendidas na areia e o vento que sustenta os kites no fim do dia. É a praia trabalhada de quem vive dela, não só de quem a visita.
Na estrada
Rotas panorâmicas
A rota de buggy até Tatajuba
O passeio a oeste cruza dunas móveis, cocais e o Rio Guriú até Tatajuba, um povoado de pescadores à beira de uma lagoa imensa onde as redes servem de balanço sobre a água. No caminho, o mangue do Guriú abriga cavalos-marinhos que os barqueiros mostram de perto — e devolvem à água.
Bom saber
Antes de ir
- Jericoacoara fica dentro de um Parque Nacional: há taxa de acesso e regras ambientais, e a entrada de veículos na vila é limitada.
- O vento é o dono do lugar de julho a janeiro — ótimo para o kitesurf, mas leve algo para proteger os olhos e a câmera da areia.
- Não há bancos na vila e o sinal de celular é fraco; leve dinheiro e combine tudo com antecedência.
- O pôr do sol na duna é ritual coletivo: a vila inteira sobe a areia no fim da tarde e aplaude quando o sol some no mar. Chegue cedo para pegar lugar.
- As ruas de areia e a ausência de iluminação forte fazem parte da preservação; leve uma lanterna para andar à noite.
Na prática
Informações práticas
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