Brasil

Salvador

A primeira capital do Brasil guarda em cada ladeira um sincretismo único: o Pelourinho com seus casarios coloniais em cores pastel, o candomblé que…

role para descobrir

A primeira capital do Brasil guarda em cada ladeira um sincretismo único: o Pelourinho com seus casarios coloniais em cores pastel, o candomblé que pulsa nas igrejas barrocas e o acarajé que sai quente das baianas.

Uma cidade que dança — do axé ao samba-reggae.

Melhor época: Março a julho (estação seca); Carnaval em fevereiro

O destino

O casario colonial do Pelourinho

O que não perder em Salvador

01Pelourinho — Patrimônio UNESCO no coração histórico
02Elevador Lacerda e Mercado Modelo
03Gastronomia baiana — acarajé, moqueca e vatapá
04Praia do Porto da Barra e Farol da Barra

Vale a viagem

O centro histórico, Patrimônio da Humanidade

Onde ir

As faces do destino

O Bonfim e a Cidade Baixa

Abaixo do Elevador, a Cidade Baixa leva à Colina Sagrada do Bonfim, com suas fitinhas coloridas e a famosa lavagem em janeiro. Perto dali, a Feira de São Joaquim é o maior mercado popular da Bahia.

O Santo Antônio Além do Carmo

Vizinho ao centro histórico, o bairro de ladeiras e sobradões vira as costas para a Baía de Todos-os-Santos. Ateliês, pousadas em casarões e o forte guardam a vista mais bonita do pôr do sol soteropolitano.

A alma afro e o axé

Salvador é a mais africana das cidades brasileiras. Da capoeira nas praças aos ensaios do Olodum, do samba-reggae que tomou o mundo à cor dos blocos afro, a herança africana pulsa na música, na dança e na festa da cidade.

O Rio Vermelho e a boemia

Bairro de artistas e boêmios, o Rio Vermelho recebe a maior festa de Iemanjá do país todo 2 de fevereiro. À noite, os bares e as baianas de tabuleiro fazem do largo o ponto de encontro da cidade.

Na estrada

Rotas panorâmicas

A Baía de Todos-os-Santos e as ilhas

De saveiro ou lancha, a maior baía do Brasil leva a Itaparica e à Ilha dos Frades, de águas mansas e vilas de pescadores — o contraponto tranquilo à agitação da capital.

Bom saber

Antes de ir

  • O baiano acolhe com 'meu rei' e 'minha rainha'; a cordialidade é regra e a pressa, exceção.
  • Peça sempre licença antes de fotografar pessoas e apresentações culturais — cortesia que rende bons papos pela Bahia.
  • A fitinha do Bonfim se amarra com três nós e três desejos — e só sai quando arrebenta sozinha.
  • O calendário é festa: Lavagem do Bonfim (jan), Iemanjá (2 fev), Carnaval e São João enchem a cidade.
  • Sexta-feira é dia de vestir branco e comer moqueca — uma tradição que a cidade inteira abraça.
  • Como em toda capital, redobre a atenção com pertences no Carnaval e à noite em áreas movimentadas.

Na prática

Informações práticas

MoedaReal (BRL)
IdiomaPortuguês
Fuso horárioMesmo horário de Brasília
Energia110V ou 220V conforme a região · tomada tipo N
PagamentoCartão amplamente aceito · Pix no comércio
Discagem+55
ClimaTropical — quente o ano todo; chuvas de abr a jul; Carnaval em fev/mar
TrânsitoMão direita
ConectividadeeSIM fácil · 4G/5G amplo
Documentos & visto As regras de entrada (visto, eVisa, eTA, passaporte) variam conforme a nacionalidade do passageiro. Consulte os requisitos atualizados e oficiais do seu destino: Consultar requisitos

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