Brasil
Salvador
A primeira capital do Brasil guarda em cada ladeira um sincretismo único: o Pelourinho com seus casarios coloniais em cores pastel, o candomblé que…
A primeira capital do Brasil guarda em cada ladeira um sincretismo único: o Pelourinho com seus casarios coloniais em cores pastel, o candomblé que pulsa nas igrejas barrocas e o acarajé que sai quente das baianas.
Uma cidade que dança — do axé ao samba-reggae.
O destino
O casario colonial do Pelourinho
O que não perder em Salvador
Vale a viagem
O centro histórico, Patrimônio da Humanidade
Onde ir
As faces do destino
O Bonfim e a Cidade Baixa
Abaixo do Elevador, a Cidade Baixa leva à Colina Sagrada do Bonfim, com suas fitinhas coloridas e a famosa lavagem em janeiro. Perto dali, a Feira de São Joaquim é o maior mercado popular da Bahia.
O Santo Antônio Além do Carmo
Vizinho ao centro histórico, o bairro de ladeiras e sobradões vira as costas para a Baía de Todos-os-Santos. Ateliês, pousadas em casarões e o forte guardam a vista mais bonita do pôr do sol soteropolitano.
A alma afro e o axé
Salvador é a mais africana das cidades brasileiras. Da capoeira nas praças aos ensaios do Olodum, do samba-reggae que tomou o mundo à cor dos blocos afro, a herança africana pulsa na música, na dança e na festa da cidade.
O Rio Vermelho e a boemia
Bairro de artistas e boêmios, o Rio Vermelho recebe a maior festa de Iemanjá do país todo 2 de fevereiro. À noite, os bares e as baianas de tabuleiro fazem do largo o ponto de encontro da cidade.
Na estrada
Rotas panorâmicas
A Baía de Todos-os-Santos e as ilhas
De saveiro ou lancha, a maior baía do Brasil leva a Itaparica e à Ilha dos Frades, de águas mansas e vilas de pescadores — o contraponto tranquilo à agitação da capital.
Bom saber
Antes de ir
- O baiano acolhe com 'meu rei' e 'minha rainha'; a cordialidade é regra e a pressa, exceção.
- Peça sempre licença antes de fotografar pessoas e apresentações culturais — cortesia que rende bons papos pela Bahia.
- A fitinha do Bonfim se amarra com três nós e três desejos — e só sai quando arrebenta sozinha.
- O calendário é festa: Lavagem do Bonfim (jan), Iemanjá (2 fev), Carnaval e São João enchem a cidade.
- Sexta-feira é dia de vestir branco e comer moqueca — uma tradição que a cidade inteira abraça.
- Como em toda capital, redobre a atenção com pertences no Carnaval e à noite em áreas movimentadas.
Na prática
Informações práticas
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