Brasil
Macapá
A única capital cortada pela linha do Equador e a única plantada na margem do Amazonas. Macapá reúne uma fortaleza colonial imensa de frente para o…
A única capital cortada pela linha do Equador e a única plantada na margem do Amazonas.
Macapá reúne uma fortaleza colonial imensa de frente para o rio, o marco onde se pisa nos dois hemisférios ao mesmo tempo e o estado mais preservado do Brasil ao redor.
O destino
A Fortaleza de São José diante do rio
O que não perder em Macapá
Vale a viagem
As urnas funerárias de Maracá
Onde ir
As faces do destino
A herança indígena do Amapá
O Amapá tem uma das maiores proporções de terras protegidas e povos originários do país, e Macapá guarda essa presença em museus a céu aberto, totens entalhados e no vocabulário do dia a dia. É o contraponto vivo às urnas arqueológicas que o estado ficou conhecido por revelar.
A orla e o encontro com o rio
A cidade vive de frente para um rio que parece mar: da orla não se vê a outra margem do Amazonas. É ali que os macapaenses caminham, pescam e esperam o pôr do sol, com os barcos de linha passando e o cheiro de peixe assado saindo das barracas.
Bom saber
Antes de ir
- A linha do Equador corta a cidade: no Marco Zero dá para ficar com um pé em cada hemisfério.
- Chove muito de janeiro a julho, com pancadas fortes e curtas; a janela mais seca vai de agosto a dezembro.
- O calor é úmido e constante — roupa leve, água e sombra no meio do dia.
- A mesa é de rio e de floresta: tucunaré, filhote, açaí grosso salgado (aqui se come com farinha e peixe, não como sobremesa) e camarão do Amazonas.
- A pororoca, o encontro violento entre o rio e a maré do oceano, acontece em datas específicas ligadas às marés — informe-se antes se quiser vê-la.
Na prática
Informações práticas
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