Brasil
Palmas
A capital mais jovem do Brasil foi erguida do zero em 1989, com avenidas larguíssimas e quadras numeradas em lugar de nomes de rua. Está encostada num…
A capital mais jovem do Brasil foi erguida do zero em 1989, com avenidas larguíssimas e quadras numeradas em lugar de nomes de rua.
Está encostada num lago imenso que rendeu praias de água doce à cidade, tem a Serra do Lajeado como pano de fundo e é a porta de entrada do Jalapão.
O destino
As praias de água doce no lago
O que não perder em Palmas
Vale a viagem
As avenidas largas da capital planejada
Onde ir
As faces do destino
A Praça dos Girassóis e o palácio
No centro geométrico da cidade abre-se uma das maiores praças urbanas do mundo, com o palácio do governo de um lado e monumentos espalhados por um gramado imenso. Foi tudo construído junto com a capital, no fim dos anos 1980 — é raro ver um centro cívico nascido de uma vez só.
O lago e os flutuantes
O represamento do Tocantins criou um lago enorme colado na cidade, e nele Palmas ganhou praias de água doce, marinas e restaurantes flutuantes onde se almoça peixe com os pés quase na água. Ao fundo, a Serra do Lajeado fecha o horizonte e lembra que o cerrado começa ali.
Bom saber
Antes de ir
- Palmas é muito quente e seca de maio a setembro, com umidade baixíssima; hidrate-se e proteja a pele.
- A cidade foi planejada com quadras numeradas em vez de nomes de rua — os endereços parecem código, mas a lógica se aprende rápido.
- As avenidas são larguíssimas e as distâncias grandes: andar a pé entre quadras é desconfortável no calor do meio-dia.
- O lago é o centro do lazer local, com praias de temporada; a balneabilidade varia conforme o nível da água.
- É a porta de entrada do Jalapão, que exige expedição 4x4 de vários dias com operador credenciado — não é bate-volta.
Na prática
Informações práticas
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