Brasil
Porto Velho
Porto Velho nasceu de uma ferrovia que custou milhares de vidas para contornar as cachoeiras do rio Madeira e nunca cumpriu o que prometia. A cidade…
Porto Velho nasceu de uma ferrovia que custou milhares de vidas para contornar as cachoeiras do rio Madeira e nunca cumpriu o que prometia.
A cidade cresceu no barranco do rio, guarda o que sobrou da Madeira-Mamoré e emoldura um dos pores do sol mais largos da Amazônia.
O destino
A Madeira-Mamoré, a ferrovia da floresta
O que não perder em Porto Velho
Vale a viagem
As Três Caixas d’Água, símbolo da cidade
Onde ir
As faces do destino
A catedral e o centro
O centro de Porto Velho se organiza ao redor da catedral e das praças arborizadas que sobraram do traçado antigo, entre casarões do tempo da ferrovia e prédios novos. É uma cidade que cresceu rápido e desordenadamente, e o centro é onde ainda se lê o desenho original.
As praias do Madeira na seca
Quando o rio baixa, entre junho e outubro, o Madeira descobre bancos de areia que a cidade transforma em praia: barracas de madeira, cadeiras na água barrenta e peixe frito na hora. É o programa de domingo do porto-velhense, e desaparece por completo na cheia.
Bom saber
Antes de ir
- Rondônia tem uma hora menos que Brasília; confirme horários de passeios e compromissos.
- A seca (junho a setembro) é a melhor época: é quando as praias de rio aparecem e chove menos.
- A queima da vegetação na estação seca pode deixar o ar carregado em alguns períodos — vale acompanhar a previsão se tiver sensibilidade respiratória.
- O calor é úmido e constante, com friagens curtas no inverno que surpreendem quem não levou agasalho.
- A Madeira-Mamoré é o coração histórico da cidade: vale entender a história da ferrovia antes de visitar, porque é ela que explica Porto Velho existir.
Na prática
Informações práticas
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