Brasil
Tefé
No médio Solimões, Tefé é a porta da Reserva Mamirauá — a maior reserva de várzea protegida do mundo e um modelo de ecoturismo com base comunitária.…
No médio Solimões, Tefé é a porta da Reserva Mamirauá — a maior reserva de várzea protegida do mundo e um modelo de ecoturismo com base comunitária.
Pousadas flutuantes, canoas ao amanhecer e uma floresta que passa meses debaixo d’água.
O destino
Os flutuantes da reserva
O que não perder em Tefé
Vale a viagem
A fauna da várzea
Onde ir
As faces do destino
As palafitas e a neblina do rio
As comunidades da várzea vivem em casas suspensas sobre estacas ou em flutuantes que sobem e descem com o rio. De madrugada a neblina toma a água e as construções parecem soltas no ar — a imagem que resume a vida no médio Solimões.
O porto e os barcos de linha
Tudo aqui chega e sai pelo rio. O porto concentra os barcos regionais de dois andares, com redes armadas no convés, que ligam Tefé a Manaus e às comunidades ribeirinhas em viagens que duram dias. É o terminal rodoviário da Amazônia.
Bom saber
Antes de ir
- A visita a Mamirauá é feita com base comunitária e roteiros fechados; não se entra na reserva por conta própria.
- A estação define o passeio: na cheia se navega de canoa entre as copas das árvores; na seca aparecem praias de rio e trilhas de terra firme.
- O turismo aqui financia diretamente as comunidades da reserva — é um dos casos mais citados de conservação com geração de renda no país.
- Sinal de celular e internet são limitados e caem por completo dentro da reserva; avise quem precisa saber antes de entrar.
- Leve repelente, roupa de manga comprida e lanterna; as saídas mais interessantes são ao amanhecer e à noite.
Na prática
Informações práticas
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