Brasil
Bento Gonçalves
A capital brasileira do vinho, no coração do Vale dos Vinhedos — vinícolas premiadas, parreirais a perder de vista e a herança italiana viva na mesa.…
A capital brasileira do vinho, no coração do Vale dos Vinhedos — vinícolas premiadas, parreirais a perder de vista e a herança italiana viva na mesa.
Espumantes que competem com os melhores do mundo e hotéis-vinícola para acordar entre as videiras.
O destino
As vinícolas e parreirais do Vale dos Vinhedos
O que não perder em Bento Gonçalves
Vale a viagem
A Maria Fumaça que cruza a serra gaúcha
Onde ir
As faces do destino
A capital do vinho e do espumante
Capital nacional do vinho, Bento cobre as encostas de parreiras e abre as portas de dezenas de vinícolas — das grandes cooperativas às boutiques familiares. É a terra do espumante brasileiro, do tannat e das degustações entre colinas.
A imigração italiana e a mesa
A herança dos colonos do Vêneto está na polenta, no galeto ao primo canto e na sopa de capeletti servidos à farta. Entre cantinas e nonnas, comer em Bento é sentar-se à mesa de uma família italiana da serra.
As caves e o vinho que descansa
Sob a serra, longos túneis alinham barris e garrafas que envelhecem no escuro e no frescor. Visitar as caves centenárias, à luz de vela, é entender por que Bento leva o vinho tão a sério — do tonel à taça.
O Vale do Rio das Antas
O rio serpenteia num vale profundo de paredões e parreiras, cruzado por viadutos e mirantes de tirar o fôlego. É a paisagem mais dramática da serra gaúcha, melhor apreciada do alto ao entardecer.
Na estrada
Rotas panorâmicas
Garibaldi, Carlos Barbosa e a serra
Vizinha, Garibaldi é a capital do espumante, e Carlos Barbosa, a terra da cutelaria. Entre uma taça e outra, as cidadezinhas italianas da serra desfilam vinhedos, queijarias e a hospitalidade colona.
Nova Petrópolis, o jardim da serra
Colonizada por alemães, Nova Petrópolis floresce em jardins, no Labirinto Verde e na Aldeia do Imigrante. É o contraponto germânico à serra italiana, a menos de uma hora de Bento.
Bom saber
Antes de ir
- Para as degustações, use as vans de enoturismo ou motorista da rota — não beba e dirija.
- A Vindima (jan–mar) é a colheita, com pisa da uva e vinícolas cheias; reserve com antecedência.
- No inverno as parreiras ficam nuas, mas as vinícolas aquecem com fondue e tinto na taça.
- Prove o galeto, a polenta e o espumante — e leve uma garrafa direto da cantina.
- Os Caminhos de Pedra reúnem casas de imigrantes que viraram cantinas e ateliês; vá com tempo.
- Muitas vinícolas são familiares e pedem agendamento; confira horários antes de subir.
Na prática
Informações práticas
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