Brasil
Foz do Iguaçu
275 quedas d'água com até 80 metros de altura formam o complexo de cataratas mais imponente do planeta. Patrimônio Natural da UNESCO. A Garganta do…
275 quedas d'água com até 80 metros de altura formam o complexo de cataratas mais imponente do planeta.
Patrimônio Natural da UNESCO. A Garganta do Diabo do lado argentino é inesquecível.
O destino
A imponente Garganta do Diabo
O que não perder em Foz do Iguaçu
Vale a viagem
As cataratas em toda a sua extensão
Onde ir
As faces do destino
A Garganta e as passarelas brasileiras
Do lado brasileiro, uma passarela de mais de um quilômetro acompanha o panorama das cataratas até uma plataforma suspensa sobre a espuma da Garganta do Diabo. É a vista aberta do conjunto — dezenas de quedas de uma vez — com arco-íris no ar e o rugido da água por todos os lados.
A cidade das muitas nações
Foz reúne mais de 80 nacionalidades, e a mistura está por toda parte: o Templo Budista Chen Tien com suas centenas de estátuas, a mesquita de mármore, os sabores árabes e as luzes de Ciudad del Este do outro lado da ponte. É uma capital de fronteira que se come e se ouve em muitas línguas.
O Parque Nacional e a Mata Atlântica
Longe do postal das quedas, o parque guarda um dos maiores trechos de Mata Atlântica do Sul: trilhas como a do Poço Preto e das Bananeiras, quatis atravessando o caminho, tucanos e borboletas, e o rio para descer de bote no meio da floresta.
Na estrada
Rotas panorâmicas
O lado argentino, em Puerto Iguazú
Cruzando a fronteira, o Parque Nacional Iguazú abre passarelas que entram nas cataratas: os circuitos Superior e Inferior e o trenzinho até a boca-d'água. A vizinha Puerto Iguazú completa o dia com seu Hito Tres Fronteras e a parrilla argentina.
Ciudad del Este e o Salto do Monday
Do outro lado da Ponte da Amizade, o Paraguai mistura o comércio agitado de Ciudad del Este a uma surpresa natural: o Salto do Monday, uma cortina d'água de 40 metros bem menos badalada que as cataratas, cercada de mata.
Bom saber
Antes de ir
- Leve documento com foto (ou passaporte) para cruzar às cataratas argentinas e ao Paraguai — as fronteiras são tranquilas, mas pedem identificação.
- Você vai se molhar nas passarelas: capa de chuva e sapato que seca rápido são seus melhores amigos.
- Circulam real, peso argentino e guarani; no Paraguai o dólar é bem-vindo e o câmbio muda rápido.
- As quedas ficam mais volumosas na época de chuvas (dez–fev), mas o parque impressiona o ano todo.
- Os quatis parecem mansos e vivem perto das lanchonetes — não os alimente e guarde bem a comida.
- Reserve um dia inteiro para cada lado, brasileiro e argentino — cada um tem uma vista e um ritmo.
Na prática
Informações práticas
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